Linguagem Corporal Para Apresentações
Eduardo Vaz (92 artigos)
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Linguagem Corporal Para Apresentações

Navegando pelo site da Revista Exame encontrei um artigo interessante sobre como usar a Linguagem Corporal em apresentações.

A matéria fala como é importante, além de slides deslumbrantes e palavras certas, a Linguagem Corporal.

Abaixo, confira um pouquinho das regras básicas elucidadas pela SOAP, empresa esta que presta consultoria especializada na arte de apresentações sobre Linguagem Corporal.

O corpo grita nas apresentações

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Conforme pesquisa realizada pelos sócios da SOAP, consultoria especializada no assunto, as expressões faciais, posturas e até os gestos que cada palestrante escolhe conta e MUITO para a maneira como o público, do lado de lá do palco, irá processar as informações.

Abaixo, confira dicas desenvolvidas pela equipe da SOAP, que compartilharam com a revista EXAME.com algumas das regras básicas para usar a linguagem corporal do jeito certo durante as apresentações.

1. Faça contato visual

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Foto: Gabriel Araújo. Instrutora e coach: Sabrina Mello. Espaço: Livraria da Vila

Lembre-se que a platéia é a protagonista – não você, seus slides ou a lousa. Conforme afirma a SOAP, o seu foco deve estar em quem está do lado de lá do palco ou da mesa.

Seus olhos devem estar focalizados nos seus espectadores, não na sua apresentação ou em qualquer outro recurso.

Como dizem os sócios da SOAP:

Você não pode interromper por muito tempo a conexão com a audiência. Sem conexão, não há empatia. Sem empatia não há credibilidade.

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2. Direcione o olhar da audiência

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Como os maestros conduzem uma orquestra? Eles conciliam a troca de olhares com o público e o que eles tem para mostrar.

Apesar da multidão de notas na partitura, é o maestro quem determina em que ponto de toda harmonia cada músico deve se focar. Os sócios da SOAP dizem para você fazer o mesmo.

Em outras palavras, eles dizem para que o palestrante assuma a postura de maestro da atenção da plateia. Segundo os especialistas, este processo começa antes de sua chegada ao palco – para ser preciso, no momento em que você confecciona os slides que irão auxiliá-lo durante a apresentação.

Conforme afirma Eduardo Adas, um dos sócios:

O conteúdo mais importante não é o que está no slide, mas sim o que você está falando. Então, mostre apenas imagens sobre o que você diz. Se você mostrar tudo de uma vez, a audiência não vai saber para onde olhar.

3. Fuja das posturas que incomodam

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As expressões faciais e gestos não são os únicos elementos que transparecem suas intenções em apresentações. A maneira como você dispõe os outros membros do corpo também fala – e MUITO!

Conforme afirma a equipe da SOAP:

Braços cruzados, mão na cintura ou nos bolsos, pernas muito abertas e por aí vai. Posturas assim passam mensagens subliminares para a audiência na direção de desleixo, falta de disciplina, organização ou profissionalismo.

4. Busque a neutralidade

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Use abuse dos gestos neutros. Conforme especialistas da SOAP afirmam:

O que você busca em termos gestuais deve sempre visar à neutralidade e à complementariedade.

Em outras palavras, a maneira como você usa as mãos ou desloca o seu corpo deve ser congruente com a história que você está contando, de modo a não interferir.

Manter as mãos ao lado do corpo, por exemplo, cumpre essa função. Fazer gestos abertos, por sua vez, mostra ausência de proteção e confiança. Conforme afirmam:

A conexão com a audiência é mais forte se seu gesto é natural.

 

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5. Seja coerente

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A coerência aqui é entre o que se diz e como se age. Ela é fundamental.

Falar uma coisa e fazer outra cara compromete a credibilidade…

Como conciliar então, como diz a produtora da Exame, se está nervoso e o sorriso ou sobrancelhas arcadas parecem ter vida própria? a solução, de acordo com os especialistas, é treino. Preparar-se para a apresentação é especial!

6. Fuja dos gestos vilões

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A produtora da Exame.com é pontual quando frisar que:

(…) batucar dedos na mesa, enrolar o cabelo ou apontar o dedo para a plateia pode atrapalhar sua plateia. Primeiro porque tais gestos distraem. segundo, podem incomodar ou trazer insumos para o pré-julgamentos da plateia. Na dúvida, escolha gestos neutros e conscientes.

Um dos sócios da SOAP, Chequer, ainda afirma:

Muita gente odeia que aponte o dedo para elas. Ao fazer isso, você quebra a empatia.

7. Em pé ou sentado?

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O especialista ainda da SOAP afirma:

Quando você está de pé tem o corpo inteiro para lidar, tem mais mobilidade no palco, a interação fica mais rica. Quando você está sentado, você fica mais preso e tem menos recursos para complementar sua história.

A produtora da Revista Exame ainda complementa:

Quando o grupo é pequeno, contudo, muitas vezes não faz sentido ficar em pé. Aí, a dica é aguçar os sentidos para perceber qual postura é mais adequada para cada reunião.

Na minha opinião, sentado ou em pé vai depender de qual tipo de emoção você quer envolver a platéia. Depende do que quer transmitir quando está se falando sentado, ou quando levanta.

Portanto, verifica-se sensato contextualizar a si, partindo da coerência do que se quer apresentar, ou dizer, para expor de modo neutro, mas ao mesmo tempo parcial, o seu projeto, pensamento, seja como for.

Todos os créditos à Exame.

Autora produtora .

Todos os Créditos  também à SOAP.

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Eduardo Vaz

Eduardo Vaz

Bacharel em Direito, Conciliador do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, Hipnólogo formado por Olimar Tesser, Practitioner de Hipnose, Estudioso da Área Linguagem Corporal, Microexpressões Faciais, Leitura Fria, Mentalismo, Vidência, Membro da IFGE (The International Foundation for Gender Education), Empreendedor Digital na Área de Marketing Digital e Relações Humanas, Administrador e Colaborador do Site Body Language Brazil.